A fazer história em Guimarães

mais de três séculos

Salas do edifício principal, decoradas com papel de parede Züber
Vista exterior da fachada vista do terreiro
Uma tradição familiar

A nossa história

Localizada nos arredores de Guimarães, a Casa de Sezim é um ex-libris da história da cidade. É também conhecida como Casa Grande ou Paço de Sezim, foi classificada como monumento de interesse municipal em 1982.

Entrou para a família dos atuais proprietários em 1376 por doação real. Segundo um pergaminho existente no arquivo da Casa, Maria Mendes Serrazinha fez a doação a Afonso Martins, descendente de D. João de Freitas. Este era companheiro de D. Afonso Henriques, primeiro Rei de Portugal. A primeira capital do país foi a cidade de Guimarães, que ainda hoje é considerada o berço da nação.

Dedicamo-nos à arte de bem receber e proporcionamos um ambiente familiar – a nossa Casa também é sua.

Um edifício centenário

As primeiras referências remontam a 1376, e retratam uma torre fortificada. Esta edificação foi aumentada num corpo único até ao séc. XVIII.

O maior investimento e transformação da Casa dá-se já no séc. XIX, pela mão do artista e arquiteto August Roquemont. Foi ele o responsável pela aquisição dos papéis de parede franceses Zuber que revestem a Casa principal. Cada papel é pintado e decorado com paisagens e cenas oitocentistas que revestem Sezim de história.

A produção de Vinhos Verdes também faz parte da tradição da Casa de Sezim. Desde o século XIV que os nossos vinhos fazem as delícias de quem nos visita.

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Atuais proprietários da Casa de Sezim

Uma vivência exclusiva e única num cenário idílico